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Jornal A Hora

Teutônia

Publicada em 17/06/2017

História do grupo de bombeiros voluntários vira documentário

“A vida pelos outros” tem 15 minutos, um para cada ano da corporação

Crédito: Divulgação Acadêmicos da Univates produziram o material sobre a corporação. Apresentação ocorre nesta segunda
Acadêmicos da Univates produziram o material sobre a corporação. Apresentação ocorre nesta segunda

O documentário A Vida pelos Outros, produzido por alunos do curso de Jornalismo da Univates, será lançado na segunda-feira, às 19h, no saguão do Prédio 11. Na ocasião também será aberta a exposição de fotografias. As imagens estarão disponíveis até o dia 30.

Ao comemorar os 15 anos de fundação do Corpo de Bombeiros Voluntários de Teutônia, um vídeo de 15 minutos mostra o dia a dia de quem decidiu reservar tempo em benefício da população.

A ação é parte de um plano de marketing elaborado pelos alunos para a divulgação do trabalho da corporação, que depende de doações de empresas e do poder público para se manter.

A entidade tem 44 voluntários e depende de ações e campanhas comunitárias para pagar as contas. Conforme o bombeiro voluntário Markyson Marques Roir, participar das gravações foi surpreendente. “É gratificante. Nos sentimos honrados por escolherem nossa entidade. É sinal que o trabalho está sendo bem-feito.”

Fluxo de caixa incerto

Os bombeiros recebem hoje subsídios de convênios com prefeituras da região, bem como realizam ações para angariar fundos. Mas não tem previsão ou rigidez no fluxo de caixa, como em todas a ONGs.

Isso dificulta a compra de bens de forma parcelada. Por isso, é preciso comprar à vista e só com campanhas é possível adquirir. A última ocorreu no dia 10, em três pontos diferentes: na rua capitão Schneider, no bairro Canabarro; em frente ao Supermercado Languiru e também em frente à prefeitura de Paverama.

O Pedágio Solidário conseguiu arrecadar o equivalente a R$ 7,3 mil. A corporação conta ainda com uma rifa, cujos valores servirão para complementar a reforma da lavanderia.

Nesse sistema, foi possível comprar um caminhão, cujo o chassi custou cerca de R$ 80 mil. Agora, é preciso montar o tanque de água e outros equipamentos, o que pode custar ainda R$ 215 mil. “No total, esse caminhão vai estar valendo R$ 350 mil.”

Há três anos como bombeiro, Roir diz que a vocação veio de berço. “Minha mãe foi uma das primeiras voluntárias aqui. Depois que ela saiu, também quis fazer minha parte.”

O voluntário afirma que a administração de caixa é boa, mas a situação é sempre variável, como todas as entidades voluntárias. “Poderíamos comprar o caminhão em 60 vezes, mas não temos previsão de caixa”, finaliza.

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