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Jornal A Hora

Arqideias

Publicada em 15/09/2018

O conforto da calefação

Aquecimento elétrico para pisos e ambientes ganha adeptos na região

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Comum na Europa e nos Estados Unidos, a calefação começa a entrar na lista de quem constrói e planeja uma casa. De acordo com Franciele Fauri Salton, proprietária da Aquece, de Lajeado, a maioria das construções gaúchas não está preparada para o frio intenso da Região Sul.

“Temos alguns dias em que as temperaturas ficam próximas de zero e muitas vezes nem mesmo as mais sofisticadas mansões têm sistema adequado de aquecimento, a calefação”, avalia.

Um sistema de aquecimento para pisos, a calefação é considerada muito eficiente para climatizar ambientes e trazer mais conforto e qualidade de vida. “A calefação é silenciosa e não libera cheiros. Pelo contrário, ela retira toda a umidade do piso, paredes e móveis, evitando problemas como mofo e bolor, sem retirar a umidade do ar”, explica Franciele. Segundo ela, a calefação é uma forma saudável e homogênea de climatizar os espaços.

Como funciona

O sistema de aquecimento da calefação consiste na instalação de cabos calefatores elétricos, de alto rendimento, instalados no interior do piso e controlados por um termostato. “Muitas pessoas têm medo por causa de uma possível manutenção, mas já adianto que nos cabos que ficam por baixo do piso a empresa dá garantia vitalícia”, informa.

Diferente dos climatizadores de ar disponíveis no mercado, a calefação elétrica para piso e ambiente funciona a favor das leis da física. Naturalmente, o ar quente tende a subir, enquanto o frio, descer.

Por isso, o calor vindo do piso tem duas vantagens: o conforto da temperatura ao se pisar no piso quentinho e o aquecimento do ar próximo do piso, que sobe e garante que todo o ambiente esquente de maneira uniforme.

O sistema de cabos, instalados debaixo do piso e contrapiso, é moldado de acordo com o ambiente, sem prejudicar a estética do espaço. “Pode se aplicar em cima dos cabos calefatores sem problemas revestimentos no piso como granito, laminado, cerâmicas, porcelanatos e muitos outros”, esclarece Franciele.

Por outro lado, nos pisos que são fixados por cola ou têm características emborrachada ou de plástico, como o caso do piso vinílico, não se recomenda a instalação de aquecimento elétrico, a não ser que o fabricante indique a possibilidade. “O calor pode prejudicar a cola e desgrudar o revestimento do chão”, esclarece.

Para controlar a temperatura do ambiente, são instalados termostatos nos espaços onde se programa temperatura desejada, dias e horários de funcionamento do sistema. “É super prático e o consumo é basicamente o mesmo de um ar-condicionado comum, com a diferença de aquecer o ambiente todo, de maneira mais uniforme e sem deixar o ar seco”, cita.

De acordo com Franciele, além desse, outros sistemas de calefação também ganharam adeptos na região. “Em Lajeado temos prédios inteiros com o sistema elétrico, bem como casas com o sistema de aquecimento com canos de água e caldeira”, finaliza.

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