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Jornal A Hora

Abre Aspas

Publicada em 29/11/2019

“Consigo transmitir a felicidade através da arte”

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Morador de Lajeado, o microempresário William Kerber Stacke, 23, vê na arte uma maneira de expressar seus sentimentos e aliviar o stress da rotina. Com o passar dos anos, o hobby de desenhar foi aprimorado e agora está se tornando um rendimento extra mensal.

• Como começou a paixão por desenhos?

Começou na infância, na época de escola, quando comecei a fazer os primeiros traços. Percebi que desenhar me trás conforto, me acalma. Consigo transmitir a felicidade através da arte para as pessoas.

• Você fez algum curso ou foi somente aperfeiçoando com o tempo?

Fiz um curso, mas em virtude de compromissos particulares e profissionais, fui me especializando sozinho. Desenhando e aprimorando os traços.

• Quais os tipos de desenho que você faz? Por que essa escolha?

Comecei com desenhos de anime. Com o passar do tempo, me identifiquei com o realismo, pois é nele que consigo expressar a felicidade e o sentimento de cada referência que faço. Então hoje prefiro focar nas pessoas. Não tem dinheiro que pague ver uma pessoa feliz com o retrato dela reproduzido no papel.

• Tem algum desenho especial que ainda queres fazer?

Em 2020, quero fazer todos os personagens da série Turma do Chaves, pois é um desenho que gosto muito e marcou minha infância. Outros personagens que assistia quando criança já consegui passar como por exemplos os da Marvel, da DC Comics e do Harry Potter.

• Quanto tempo você se dedica por dia a desenhar?

Depende muito de semana para semana, se tenho alguma encomenda ou não. Mas a média é de duas a três horas por dia.

• Qual foi o desenho mais complicado que você já fez?

Foi o do Terry Crews. Ele foi o retrato mais difícil, pois tem muitos detalhes. Foi um grande desafio e um grande aprendizado. Levei cerca de 9h para terminar ele.

• O que te inspira a desenhar?

Quem me inspira é minha namorada Ritieli de Melo que está sempre do meu lado me apoiando. Além dos meus amigos que sempre me elogiaram e compravam os desenhos que eu fazia.

• Quem são suas referências?

Charles Laveso, pois ele além de ser um grande artista ele não deixa sua deficiência impedir de fazer um grande trabalho e dar grandes aulas.

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